Um céu mais azul, uma fruta mais
doce e uma vida mais leve. Seria a psicodelia a solução para aqueles que
procuram uma nova sensação diante desse universo que caminha com os mesmos
passos há séculos? Ou uma desculpa para os alternativos de plantão que são
usuários de drogas ilícitas? Essas são as opiniões de algumas pessoas, de
conservadores até os vanguardistas. Tais visões são cabíveis, elas dependem de
questões morais e jurídicas.
O estado psicodélico é uma
alteração de percepção da mente, e possui vários estágios. Desde um som que
pode representar uma cor ou um aroma, causado por alucinógenos, ou um som que
pode fazer com que você se desligue do mundo, sem intervenção química alguma.
Muitos alcançam estados alterados de consciência através de outras maneiras,
como yoga, meditação, privação sensorial e a música. Música! A protagonista do
post. No meio desse assunto todo, ela ficou escondida, e é nela que se pode
atingir níveis sensoriais e terapêuticos dentro das questões morais e jurídicas
mencionadas anteriormente.
A música tem embalado e
influenciado diversas gerações com seu poder de expressão democrático, por ser
uma arte com função social ao alcance de todos. Na década de 1960
as manifestações sócio-culturais foram infladas ao redor do mundo, devido
ao período conturbado que a população vivia, envolta em guerras e
revoluções. A questão social refletiu-se na arte com o Festival Woodstock, que
ocorreu de 15 a 17 de agosto em 1969 na fazenda 250
hectares de Max
Yasgur na cidade de Bethel, no estado de Nova York,
Estados Unidos. O Festival foi anunciado
como "3 Dias de Paz, Amor & Música" e inicialmente seria um evento pago para 200
mil pessoas, mas acabou se tornando um festival para meio milhão de pessoas que
derrubaram as cercas e tornaram-no gratuito.
O evento foi de fato um espaço para muita música e muito Rock and Roll, contou com participações de The Who, Jimmy Hendrix, Joan Baez, Crosby, Stills & Nash, Jefferson Airplane, Bob Dylan e muitos outros.
Durante os três dias de Woodstock centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene, mas tudo ao bom som do rock. Também havia alto consumo de drogas, muitos acampando ou fazendo sexo ao ar livre, o espaço era para a liberdade encabeçada pela contracultura e foi palco para a experimentação da psicodelia, não só musical.
O evento foi de fato um espaço para muita música e muito Rock and Roll, contou com participações de The Who, Jimmy Hendrix, Joan Baez, Crosby, Stills & Nash, Jefferson Airplane, Bob Dylan e muitos outros.
Durante os três dias de Woodstock centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene, mas tudo ao bom som do rock. Também havia alto consumo de drogas, muitos acampando ou fazendo sexo ao ar livre, o espaço era para a liberdade encabeçada pela contracultura e foi palco para a experimentação da psicodelia, não só musical.
Apesar da grandiosidade do festival, foi um evento
pacífico e houve apenas duas fatalidades registradas: a primeira resultado
de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento
de trator.

Em 2008, o festival de música
chamado Lollapalooza foi comparado ao grande festival de 1969. Citado como
"Um Novo Woodstock", o Lolla dividiu-se entre música e engajamento
político, ecológico e social.
O nome do festival, algumas vezes pronunciado como
lollapalootza ou lalapaloosa, vem de uma expressão americana que significa
"uma extraordinária ou incomum coisa, pessoa, ou evento; um exemplo excepcional
ou circunstância." Com o tempo, o termo passou também a um grande pirulito
(em inglês lollipop). Em busca de um nome para seu
festival, Farrell gostou da sonoridade do termo ao ouvi-lo em um
filme dos Três Patetas. Em homenagem ao duplo significado do termo, um
personagem no logo original do festival segura um pirulito.
Nos dias 5 e 6 de abril de 2014
aconteceu uma edição do Lolla em São Paulo, no Brasil. O evento apresenta
gêneros como rock alternativo, heavy metal, punk rock e performances de comédia
e danças, além de estandes de artesanato.
O estudante
de Comunicação Social Lucas
Cardozo, 19 anos, que compareceu aos dois dias de Lolla em abril, aceitou
compartilhar com o Psicodelia do Dia suas impressões sobre o festival. "Com
pontos negativos ou não, a experiência do festival é diferente e deliciosa. É
possível ver nos olhos de todos os presentes alegria e excitação por está ali.
O que todos querem, nesses dois de música, é curtir o momento com seus amigos,
independente da tribo. O engajamento ali é viver a música
intensamente. Percebi, nessa segunda vez que vou ao Lolla, que o
publico é o responsável pela vibe do festival."
Lucas conta ainda que para ele o show da banda Arcade Fire foi o grande momento do festival. " Ao som da primeira música, “Reflektor”, eu já havia esquecido a dor na minha perna, a fome e a sede. Fiquei em estado de êxtase. Com certeza esse show valeu a minha ida ao Lollapalooza." conclui reforçando o caráter psicodélico que a música pode apresentar.
Lucas conta ainda que para ele o show da banda Arcade Fire foi o grande momento do festival. " Ao som da primeira música, “Reflektor”, eu já havia esquecido a dor na minha perna, a fome e a sede. Fiquei em estado de êxtase. Com certeza esse show valeu a minha ida ao Lollapalooza." conclui reforçando o caráter psicodélico que a música pode apresentar.
Top 10 maiores Festivais de Músicas do mundo (surgidos após o Woodstock)
10º - Glastonbury Festival (Reino
Unido)
9º -
Austin City Limits (Austin, Texas)
8º -
Lollapalooza (Chicago, Illinois)
7º -
Electric Daisy Carnival (EUA)
6º -
Burning Man (Black Rock Desert, Nevada)
5º -
Bonnaroo (Tennessee/EUA)
4º -
Coachella Fest (Indio, Califórnia)
3º - Ultra Music Festival (Miami,
Flórida)
2º - Rock In Rio (Rio de Janeiro,
Brasil)
1º - Tomorrowland (Bélgica)
1º - Tomorrowland (Bélgica)
Para encerrar o primeiro post, a Equipe do Psicodelia do Dia escolheu uma música para vocês desfrutarem da mistura de sensações que a arte musical pode despertar:
.jpg)


Nenhum comentário:
Postar um comentário